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Como escolher o tecido certo para as roupinhas do bebê

Suedine, algodão, malha PV ou malha fria, plush, algodão e poliester, algodão e elastano, soft, são muitos tipos de tecidos diferentes!

E a gente deve se preocupar com o tipo de tecido das roupinhas e enxoval do bebê?

Claro que sim! E porquê?

A pele do bebê é muito mais sensível do que a pele da criança e do adulto, isto porque eles tiveram menos contato com o meio exterior, e são mais propensos a alergias, desenvolvendo as dermatites de contato, por exemplo.

Como a gente quer proteger nossos babies, vamos aqui aprender um pouquinho sobre os tipos de tecidos ideais e os que não são aconselhados para escolha das roupinhas e do enxoval do bebê:

Os tipos de tecido recomendados:

Os tecidos 100% algodão são os mais indicados porque eles são antialérgicos, permitindo que a pele do bebê transpire sem reter calor e umidade. Além disso, é um material fácil de lavar e secam super rápido! Os tecidos suedine, tricoline, malha PV e malha fria são 100% algodão.

Os tecidos de algodão e poliéster podem ser usados pelos bebê, inclusive este tipo de material é muito utilizado na confecção porque torna a roupinha mais resistente pra ser usada no dia a dia. Assim como os tecidos de algodão e elastano também são muito usados, sem problemas para a pele do bebê!

O acetato, poliéster e polipropileno não são recomendados pra ficar em contato direto com a pele do bebê porque não absorvem bem a umidade do corpo, podendo haver acúmulo de resíduos na pele.

Os tecidos com a trama mais felpuda como a lã, soft e plush devem ser usados sempre com um tecido de algodão por baixo, pra não ficar em contato direto com a pele, uma boa dica é usar um body em malha de algodão.

Dicas:

  • prefira sempre as roupinhas mais confortáveis, que permitam os movimentos dos bebês bem livres, sem apertar.
  • as peças sem muitos adereços, como fitas, pérolas, e outros itens que não são lisos ou podem provocar acidentes devem ser evitados, deixe para usar em um momento especial como um batizado, e depois do momento, troque a roupinha.
  • peças de vestuário que são mais práticas pra hora de trocar as fraldas, sempre são a melhor opção, porque a gente facilitam o dia a dia e permitem ganhar tempo.
  • tenha sempre uma peça a mais de roupa na bolsa do bebê pro caso de vazar o xixi ou cocô ou sujar a roupinha por algum motivo.

E aí?!

Gostou das dicas?

Escrevi com muito carinho pra você!

Se tiver alguma dúvida me pergunta aqui!

E aproveita pra conhecer o site mais fofo do Brasil, com as roupinhas e enxoval do tecido ideal pro seu bebê!

http://www.lojabbcoruja.com.br

beijão e até breve!

Cintia/bbcoruja

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Como é o sono do bebê?

Vamos juntos aprender sobre o sono do bebê?!

Então me dá a mão aqui, senta um pouquinho e escuta, porque pesquisei bastante pra trazer informação prática e de qualidade pra você!

Como é o sono do bebê?…

Como ajudar o bebê a dormir?

Estabeleça uma rotina e procure segui-la todos os dias. Por exemplo, dê um banho  relaxante, faça massagens, deixe uma música com volume bem baixinho própria pra bebês ( o ideal é que você use aplicativos de música para recém nascido, que imitem o som de dentro da barriga da mamãe ), deixe a luz apagada durante a noite e acesa durante o dia, mas com a cortina fechada, pra criar uma penumbra e ficar mais confortável aos olhos do bebê, afinal, dentro da barriga da mamãe, onde foi a sua primeira casa, era tudo escurinho, não é?! Outra dica é diminuir o ruído na casa, pra não chamar sua atenção, e não estimular o bebê com brincadeiras antes do horário de dormir.

Um recém-nascido geralmente dorme cerca de 16 a 20 horas por dia, enquanto uma criança de 1 ano de idade já dorme cerca de 10 horas por noite, e tira duas sonecas durante o dia, de 1 a 2 horas cada uma.

Apesar dos bebês dormirem a maior parte do tempo, até cerca dos 6 meses de idade, eles não dormem muitas horas seguidas. A partir desta idade, o bebê já consegue dormir quase toda a noite. Só não se esqueça de que cada bebê é de um jeito, e alguns chegam a dormir até duas horas a mais ou a menos que os outros.

Tabela do sono do bebe - Abril de 2014 - BabyCenter

Outra coisa muito importante é garantir um sono seguro para o bebê!

Pra isso, nada de objetos no berço!

Mas vamos escrever outro post só falando disto, tá bem?!

beijo e até breve!

Cintia/bbcoruja

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Parto: o que é importante saber

Vamos falar sobre a preparação para o parto?

Uma das maiores preocupações quando a mulher está planejando a gravidez e desde o momento da confirmação, sem dúvida, é o parto.

Entre as dúvidas mais comuns estão:

-que tipo de parto é melhor pro bebê e pra mim?

-parto normal dói muito?

-quais são as opções de anestesia?

-quais os tipos de parto?

-quais os sinais que o bebê já está querendo nascer?

-qual pós-parto é melhor?

São muitas dúvidas mesmo, mas vamos tentar trazer aqui o máximo de informação de qualidade, de maneira prática, e recomendamos que você se informe e conversar sobre este assunto com seu ginecologista e obstetra, porque esta relação entre você e o profissional que vai acompanhar o seu pré-natal e provavelmente o parto é muito importante e vai te deixar mais segura para o momento do primeiro encontro!

Então, neste post, vamos falar sobre os tipos de parto e nos próximos falamos sobre outras duvidas, ok?

Existem o parto natural, o parto humanizado, o parto normal, o parto cesárea, o parto de cócoras.

O parto normal é o parto em que a gestante entra em trabalho de parto naturalmente, quando o bebê resolve nascer. Normalmente acontece após a 37 semana de gestação e até a 42 semana. Neste caso, após a 39 semana o bebê é considerado a termo, ou seja, maduro para o nascimento. Neste tipo de parto, a gestante vai começar a sentir as contrações uterinas de maneira mais rítmica, com cerca de 3 a 4 minutos de intervalo entre elas e cada contração dura pelo menos 30 segundos, assim ocorre a dilatação fisiológica para a passagem do bebê pelo colo do útero. Então, para saber se você está realmente em trabalho de parto, deite de lado, relaxe e mantenha a mão sobre o ventre. Se você tiver 3 contrações ou mais a cada 10 minutos, você está em trabalho de parto e deve entrar em contato com o obstetra e buscar atendimento na instituição onde planejou o parto. Lembre de levar os seus documentos e a bolsa do bebê e a sua bolsa para a internação no hospital.

No parto normal você pode receber anestesia, peridural ou raquidiana.

O parto natural é o parto normal sem anestesia. Neste tipo de parto, você pode ter o seu bebê fora do ambiente hospitalar, desde que previamente planejado e organizado com o seu ginecologista durante o pré-natal, cercado de toda segurança para você e seu bebê.

O parto cesariano é aquele em que uma cirurgia é realizada para a retirada do bebê. É uma opção em casos específicos em que ocorre risco de vida para a mãe e/ou bebê durante o trabalho de parto, em situações onde o bebê é prematuro, entre outros. Sabemos que tanto para a mãe quanto para o bebê, a melhor opção em termos fisiologicos é o parto normal, pois no parto normal há liberação de hormônios que facilitam a produção e descida do leite, melhora do sistema imunológico para o bebê, da condição pulmonar porque durante a passagem do bebê o tórax é comprimido facilitando a saída de liquido amniótico dos pulmões, entre outros benefícios. Mas em algumas situações específicas a melhor escolha pode ser a cesariana.

Há ainda o parto na água, onde o bebê nasce naturalmente em uma banheira preparada para o momento do parto. É um tipo de parto menos traumático para o bebê e menos doloroso para a mãe, mas requer uma maternidade preparada para ele e condições discutidas anteriormente com o seu médico.

O parto de cócoras é um tipo de parto natural em que o nascimento ocorre com a mãe na posição de cócoras. Requer neste caso que haja dilatação de 10 cm e que a mãe tenha boa condição de saúde. O bebê precisa estar na posição de cabeça para baixo e pesar menos que 4 kg.

O parto humanizado pode ocorrer em todos os tipos de parto, inclusive na cesarea. O conceito do parto humanizado é procurar trazer o maior conforto para a mãe e o bebê, que pode ser a luz ambiente, a escolha de quem estará no momento, a posição do parto, colocar musica, etc.

A escolha do tipo de parto vai depender muito de cada um e entre os fatores que vão ser decisivos nesta escolha vão ser o seu desejo, o seu condicionamento físico, as suas condições de saúde e do seu bebê, e as condições hospitalares e do seu médico. Tudo isso é conversado durante o pré natal e você deve estar tranquila e segura no ultimo trimestre da gestação para que a chegada do bebê seja um momento de alegria e muito amor.

Estamos aqui pra ajudar você com conteúdo e o desejo de que tudo seja do jeito que você planejar!

Um beijo,

Cintia/ bbcoruja

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Como escolher as roupinhas do enxoval do bebe?

Vamos responder as dúvidas mais comuns das gravidinhas de primeira viagem!

Quantas roupinhas comprar?

Que tamanhos escolher?

Por quanto tempo o bebe vai usar os tamanhos P, M….?

Bom, vamos lá:

Existem no mercado 5 numerações de roupinhas pra bebe.

São as roupas tamanho RN, P, M, G e GG.

Vamos falar um pouco de cada uma delas. Primeiro temos uma tabela bem legal com idade, peso e altura em cada tamanho:

Idade Peso Altura

RN 0-2 meses 2,5 a 5 Kg 45 a 54 cm

P 1-3 meses 5 a 5 kg 54 a 60 cm

M 3- 6 meses 6,5 a 8 Kg 60 a 66 cm

G 6- 9 meses 8 a 9 Kg 66 a 72 cm

GG 9- 12 meses 9 a 10 Kg 72 a 78 cm

O tamanho RN o bebe usa por pouco tempo, e bebes que nascem maiores nem vão usar esse tamanho e já começam usando o tamanho P . O tamanho RN é mais usado quando o bebe nasce pequeno e abaixo do peso, e também nos bebes prematuros ou gemelares. No nosso site voce encontra o tamanho RN na categoria prematuros.

Com quantos quilos o bebe nasce?

Normalmente, o peso considerado normal para um RN é entre 2,5 e 3,8kg. E o comprimento varia entre 45 a 54 cm.

Uma dica legal é a mamãe ficar atenta ao ultrassom no acompanhamento pre-natal, pra ter uma ideia aproximada do peso e altura do bebe ao nascimento.

Se voce optar por comprar roupinhas tamanho RN, procure as de manga comprida, e calça comprida, pois vão proteger o bebe contra insetos e deixa-los mais quentinhos.

O tamanho P é indispensavel e o bebe vai usar body, mijão com e sem pé reversível, macacão longo, e também as camisetinhas, short de malha ou tecido, romper pros dias mais quentes.

É legal ficar atenta a época do ano em que o bebe vai nascer! Se a previsão de nascimento é no inverno, compre peças mais quentinhas, em moletom, plush e casacos. Para qualquer época do ano, as roupinhas meia estação são muito úteis.

Tamanho M: compre roupinhas confortáveis e que facilitem os movimentos do bebe. O macacão é muito legal pra usar a noite, pra dormir.

Tamnho G e GG: op body e o short ou mijão ainda são muito usados, por serem praticos e confortáveis.

Pra montar o enxoval, a dica é comprar roupinhas do RN ao M, porque serão as peças usadas nos primeiros meses de vida. E os tamanhos maiores voce deixa pra comprar a medida que o bebe for crescendo!

Para o calor a dica é: aposte em body manga curta ou cavadinho, macacão em malha de algodão, calças e mijão em malha, short em malha, macacão banho de sol.

Para o frio compre body manga longa, macacão em plush ou soft, calças em moletom, casaquinhos em soft, moletom, plush, tricô e meias.

O mais importante é o conforto do bebe: evite roupas pesadas, com muitos babados e rendas e bordados. Estas opções podem ser usadas em um evento especial ou passeio. Na maior parte do tempo o bebe fica com body e mijão ou short ou um macacão.

Mas porque tanta roupa?

Primeiro os bebes crescem muito rápido, e depois a troca de roupas é constante! Eles sujam a roupa com babadas, golfadas e xixi e cocô o tempo todo!

Então vamos a quantidade ideal para cada tamanho:

idade : RN

4 body manga curta

4 body manga longa

4 calças mijão com e sem péreversível

4 macacões longos

3 pares de lvinhas

3 pares de meias

2 sapatinhos

Idade: P

8 body manga curta

6 body manga longa

6 calças mijão com e sem péreversível

5 macacões longos

2 macacões curtos

4 shorts

2 casaquinhos

6 pares de meias

3 sapatinhos

2 a 4 roupas de sair

Tamanho M e G

8 body manga curta

8 body manga longa

6 calças mijão com e sem péreversível

4 macacões longos

2 macacões curtos

4 shorts

2 casaquinhos

6 pares de meias

3 sapatinhos

2 a 4 roupas de sair, como conjuntos, vestidos…

Uma dica muito valiosa na hora de escolher as roupinhas do bebe é pensar na praticidade e conforto! É importante considerar se a peça é facil de ser tirada para trocar a fralda. Se tem muitos detalhes que podem incomodar o bebe ou enganchar na sua roupa na hora de pegar o bebe no colo, evite.

Nao adiata a roupa ser linda mas não ser prática.

Outra questão importante é o material de que a roupa é feita! Como a pele dos bebes é muito delicada, e por isso mais propensa a alergias e dermatites é importante escolher roupas com tecido 100% algodão.

Outra dica bem legal é ter peças neutras pra variar o look e usar no bebe menina ou menino!

Temos varias opçoes fofas e com ótima qualidade e preço no nosso site!

Vem conferir!

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beijao,

Cintia/bbcoruja

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Razões para amar o bbcoruja

  • Inspirada no amor de mãe : produtos para bebe que tem o amor com pano como propósito pra fabricar o melhor pro seu amor.
  • Preços justos: o melhor preço pra caber no seu bolso sem abrir mão da qualidade e estilo.
  • Entrega rapida: surpreenda-se com a entrega rapida e segura, no conforto da sua casa.
  • Ajudar a ajudar : compre e ajude outras famílias e bebes a iniciarem a vida com carinho em tecido e a esperança de uma vida mais justa e solidaria.
  • Incentiva a sustentabilidade : os produtos e serviços do bbcoruja buscam parceiros e meios de economia de energia, reutilzação de material, descarte sustentável.
  • Funcionalidade: a compra online realmente prática e que proporciona uma excelente experiencia, além de voce poder tirar as dúvidas com a gente a qualquer momento.

Conheça nosso site e aproveite todos os benefícios:

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Dia Nacional e Mundial de doação de leite humano

Dia 19 de maio é o Dia Nacional e Mundial de doação de leite humano.

A primeira comemoração deste dia foi em 2004 e segue neste incentivo a vida e a este gesto de amor.

A data foi instituída pela Lei nº 13.227/2.015 e representa um momento especial de sensibilização da sociedade para a importância da doação de leite humano, assim como, uma iniciativa a mais para a proteção e a promoção do aleitamento materno.
Estimular a doação de leite materno; promover debates sobre a importância do aleitamento materno e da doação de leite humano; divulgar os bancos de leite humano nos estados e nos municípios, são objetivos das comemorações.

O leite é a primeira alimentação humana e fonte de nutrientes para as funções biológicas, sendo considerado o melhor alimento para os bebês, por ter papel muito importante na proteção imunológica contra doenças infecciosas, na adequação nutricional e no desenvolvimento afetivo e psicológico.

O leite humano é um líquido complexo que contém carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, minerais, substâncias imunocompetentes (imunoglobulina A, enzimas, interferon), além de fatores moduladores de crescimento. Devido à sua composição nutricional balanceada, é considerado um alimento completo e suficiente, inclusive em água, para atender as necessidades nutricionais da criança durante os seis primeiros meses de vida.


Principais benefícios do leite materno:
– protege a criança contra diarreias, infecções respiratórias e alergias;
– reduz em até 13% a mortalidade em crianças menores de 5 anos;
– reduz o risco de desenvolver hipertensão, colesterol alto, diabetes e obesidade na vida adulta;
Qualquer quantidade de leite materno doada pode ajudar. Para se ter uma ideia, 1 ml de leite já é suficiente para nutrir um recém-nascido a cada refeição, dependendo do peso. O pote não precisa estar cheio para ser levado ao Banco de Leite Humano. Cada pote de 300ml de leite materno humano pode ajudar até 10 recém-nascidos por dia.
Toda mulher que amamenta é uma possível doadora de leite humano. Para doar, basta ser saudável e não estar usando nenhum medicamento que interfira na amamentação. 

Para doar leite materno, é só seguir este passo a passo:
Preparo do frasco para guardar o leite materno:
– lave um frasco de vidro de boca larga com tampa de plástico (do tipo café solúvel), retirando o rótulo e o papel de dentro da tampa;
– coloque o frasco e a tampa em uma panela, cobrindo-os com água;
– ferva-os por 15 minutos, contando o tempo a partir do início da fervura;
– escorra-os, com a abertura voltada para baixo, sobre um pano limpo até secar;
– feche o frasco sem tocar com a mão na parte interna da tampa. O ideal é deixar vários frascos preparados.


Higiene pessoal antes de iniciar a coleta do leite materno:
– use uma touca ou um lenço para cobrir os cabelos;
– coloque uma fralda de pano ou uma máscara sobre o nariz e a boca;
– lave as mãos e os braços até o cotovelo com bastante água e sabão;
– lave as mamas apenas com água;
– seque as mãos e as mamas com toalha limpa.


Local adequado para retirar o leite materno:
– escolha um lugar confortável, limpo e tranquilo;
– forre uma mesa com pano limpo para colocar o frasco e a tampa;
– evite conversar durante a retirada do leite.


Como retirar o leite das mamas:
– massageie as mamas com a ponta dos dedos, fazendo movimentos circulares no sentido da parte escura (aréola) para o corpo;
– coloque o polegar acima da linha em que acaba a aréola;
– coloque os dedos indicador e médio abaixo da aréola;
– firme os dedos e empurre para trás em direção ao corpo;
– aperte o polegar contra os outros dedos até sair o leite;
– despreze os primeiros jatos ou gotas;
– abra o frasco e coloque a tampa sobre a mesa, forrada com um pano limpo, com a abertura para cima;
– colha o leite no frasco, colocando-o debaixo da aréola. Após terminar a coleta, feche bem o frasco.


Como guardar o leite materno coletado:
– anote na tampa a data e a hora em que realizou a primeira coleta do leite e guarde o frasco fechado imediatamente no freezer ou no congelador;
– se o frasco não ficou cheio, você pode completá-lo em outro momento;
– para completar o volume de leite no frasco já congelado, utilize um copo de vidro previamente fervido por 15 minutos. Após a fervura, escorra-o, com a abertura voltada para baixo, sobre um pano limpo até secar.
– coloque o leite recém-extraído sobre o que já estava congelado até faltarem dois dedos para encher o frasco, guardando-o imediatamente no freezer ou no congelador.
O leite humano extraído para doação pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até 10 dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano, onde será feita a seleção, classificação, processamento, controle de qualidade e distribuição do leite humano pasteurizado.  

Mas se você está tendo dificuldades na amamentação do seu filho, você pode:

A amamentação é importante pra saúde do bebê porque além de ser um alimento completo pros primeiros meses de vida, ainda reforça o sistema imunológico, entre inúmeros benefícios, além de construir o vínculo de afeto. E é uma delícia! Mas não é muito fácil para algumas mamães e principalmente no primeiro mês. Uma dica que considero importante é procurar bastante informação durante a gravidez, participar de cursos e se possível ter o apoio de uma pessoa experiente (mãe, enfermeira, amiga) para auxiliar nas primeiras mamadas, pois esse início é essencial para a pega correta do bebê no bico do seio. Mas para as mamães que têm muito leite e para aquelas que não conseguem amamentar, há os bancos de leite! Aqui em Belo Horizonte a Maternidade Odete Valadares é referência em Banco de Leite Humano e presta um serviço excelente no apoio, acolhimento, orientação e tratamento das mamães com excesso de leite, com dificuldade em amamentar, e com diversos problemas ou dúvidas a cerca da amamentação. Tem também uma programação de cursos sobre a amamentação. Você também pode receber o leite que foi doado para alimentar seu bebê. Tudo gratuito e da melhor qualidade. O telefone da maternidade é 32986000.

Então é isto! Do jeito que a gente gosta aqui no bbcoruja, amor verdadeiro!!!!

Beijos,

Cintia

bbcoruja

Fonte de referência para o texto: Fiocruz e Ministério da Saúde.

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family-2610205_640PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE AMAMENTAÇÃO E COVID 19 DO MINISTÉRIO DA SAÚDE.

Atenção, este post é uma reprodução fiel do documento publicado pelo Ministério da Sáude, com endereço abaixo do post. Trouxemos este conteúdo público porque entendemos que pode auxiliar você a esclarecer algumas dúvidas. Este post, como todos postados aqui são conteúdos seguros com o objetico único de ajudar as mamães e papais a se informarem e cuidarem dos seus bebês!

Este documento é uma adaptação do documento FAQ (Frequently Asked Questions – Breastfeeding and COVID-19 for health care workers) da Organização Mundial da Saúde (OMS) e é embasado nas notas técnicas nº 13/2020 – COCAM/CGCIVI/DAPES/SAPS/MS, nº 14/2020 – DAPES/SAPS/MS e nº 15/2020 – COCAM/CGCIVI/DAPES/SAPS/MS.

  • O coronavírus pode ser detectado no leite materno?

NÃO. Até o momento desta publicação, não há constatação científica significativa publicada que estabeleça nexo causal entre a transmissão do SARS-CoV-2 e a amamentação. Parece improvável, portanto, que a doença seja transmitida por intermédio do leite materno, seja através da amamentação ou pela oferta do leite extraído por uma mãe que é confirmada/suspeita de ter Covid-19. A comunidade científica segue testando o leite materno de mães com Covid-19 confirmada/suspeita.

 

  • Nos locais onde há transmissão comunitária da Covid-19, é recomendado que as mães amamentem?

SIM. Em todos os contextos socioeconômicos, a amamentação melhora a sobrevivência e traz benefícios tanto para a saúde da mulher quanto da criança ao longo da vida. Além disso, como não há evidência científica sobre a transmissão da Covid-19 através do leite materno, não há razão para evitar ou interromper a amamentação.

 

  • Após o parto, o bebê ainda deve ser colocado em contato pele a pele e amamentado na primeira hora de vida se a mãe for confirmada/ suspeita de Covid-19?

SIM. O contato pele a pele, incluindo o método canguru, melhora a regulação térmica dos recém- nascidos, propicia a amamentação precoce, está fortemente associado com a redução da mortalidade neonatal, além de diversos outros resultados fisiológicos positivos e de alta qualidade de evidência. Os inúmeros benefícios do contato pele a pele e da amamentação na primeira hora de vida superam substancialmente os riscos potenciais de transmissão de doenças associadas à Covid-19. Em mulheres sintomáticas ou que tenham contato domiciliar com pessoa com síndrome gripal ou infecção respiratória comprovada por Sars-CoV-2, o contato pele a pele e a amamentação somente deverão ser iniciados após os cuidados de higiene e medidas de prevenção de contaminação, como limpeza da parturiente (banho no leito), troca de máscara, touca, camisola e lençóis. O recém-nascido pode ser secado com o cordão intacto, não sendo necessário banho.

 

  • Se uma mãe com confirmação/suspeita de Covid-19, é recomendado que ela continue amamentando?

SIM. A transmissão do vírus SARS-CoV-2 pelo leite materno não foi detectada. Durante a amamentação, a mãe confirmada/suspeita ou com contatos domiciliares que apresentem quadro gripal deve implementar medidas de higiene adequadas, incluindo a higienização das mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos e o uso de uma máscara para reduzir a possibilidade de espalhar gotículas que possam contaminar o bebê ou a criança. Há evidências de alta qualidade mostrando que a amamentação reduz a mortalidade neonatal e infantil, inclusive em países de alta renda, além de melhorar os desfechos de saúde e desenvolvimento ao longo da vida. Esses benefícios são superiores aos potenciais riscos de contaminação, e nos casos confirmados de infecção por Covid-19 em crianças, a maioria apresentou uma fça ou forma leve da doença ou foi assintomática.

 

  • Quais são as recomendações de higiene para uma mãe que amamenta com confirmação/ suspeita de Covid-19?
  • Lavar as mãos ao menos por 20 segundos com água e sabão e/ou usar álcool em gel 70% nas mãos antes de tocar o bebê ou antes de retirar leite materno (manual ou bomba extratora);
  • Usar uma máscara (cobrindo completamente nariz e boca) durante as mamadas e evitar falar ou tossir durante a amamentação.;
  • Quanto ao uso da máscara, é importante: h Substituir as máscaras assim que ficarem úmidas (caseira ou descartável) ou ao tossir, espirrar e a cada mamada;

– As máscaras descartáveis devem ser descartadas imediatamente após o uso e não devem ser reutilizadas;

– As máscaras caseiras de tecido devem ser de uso pessoal e lavadas após o seu uso.

Para orientações sobre como confeccionar, utilizar e higienizar máscaras caseiras, acesse: https://bit.ly/2DvXijt

Para colocar e retirar a máscara, não toque na frente da máscara, utilize as alças de elástico ou tecido;

Caso a mãe não disponha de máscara facial, utilizar um pano limpo cobrindo nariz e boca durante a amamentação;

  • Espirrar ou tossir em um lenço de papel, descartar imediatamente e usar álcool em gel 70% ou lavar as mãos por pelo menos 20 segundos.

– Limpar e desinfetar regularmente as superfícies.

6- É necessário que uma mãe com confirmação/suspeita de Covid-19 lave o peito antes de amamentar diretamente ou antes de retirar o leite?

Se uma mãe com confirmação/suspeita de Covid-19 tossir sobre as mamas ou peito exposto, deverá lavá-lo delicadamente com sabão e água por pelo menos 20 segundos antes da mamada. Não é necessário lavar o peito antes de cada mamada. Para a extração e armazenamento do leite, deve ser seguida a recomendação conforme orientações disponíveis no documento indicado a seguir. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cartilha_mulher_ trabalhadora_amamenta.pdf

  1. Se uma mãe com confirmação/suspeita de Covid-19 não puder ou não quiser amamentar, qual é a melhor maneira de alimentar seu(a) filho(a)?

Na situação em que a mãe com confirmação/suspeita de Covid-19não puder ou não quiser amamentar, as melhores alternativas para alimentar um bebê recém-nascido ou bebê são:

  1. Leite materno retirado manualmente ou por bomba:
  • A expressão do leite materno é realizada principalmente através da expressão manual ou com o uso de uma bomba mecânica. A expressão manual e o uso de uma bomba podem ser igualmente eficazes.
  • A escolha de como retirar o leite dependerá da preferência materna, disponibilidade de equipamentos, condições de higiene e custo.
  • Retirar o leite materno também é importante para manter a produção de leite, para que as mães possam amamentar quando se recuperarem.
  • Antes de iniciar a retirada do leite materno, seja de forma manual ou por bomba, a mãe e qualquer pessoa que a ajude a realizar esse procedimento deve lavar as mãos por 20 segundos com água e sabão ou ao tocar em qualquer parte da bomba ou recipiente de armazenamento do leite materno. É imprescindível garantir a limpeza adequada da bomba após cada uso .O leite materno retirado deve ser ofertado à criança de preferência usando um copo e/ou colher limpos (mais fáceis de limpar) pela própria mãe, se assim ela desejar e tiver condições clínicas para isso ou por uma pessoa que não tenha sinais ou sintomas de doença e com quem o bebê se sinta confortável. A mãe/cuidador deve lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos antes de alimentar a criança.
  1. Se a expressão do leite materno não for viável ou disponível, considere:

– As recomendações do Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de Dois Anos para garantir uma alimentação que seja viável, saudável e adequada, corretamente preparada, segura e sustentável. Disponível em: http://189.28.128.100/dab/docs/portaldab/publicacoes/guia_ da_crianca_2019.pdf

 

  1. É seguro fornecer leite materno retirado de uma mãe com confirmação/suspeita de COVID-19?

SIM, desde que para o seu(a) próprio(a) filho(a). Até o momento, ovírus SARS-CoV-2 não foi detectado no leite materno de mães com confirmação/suspeita de COVID-19. É improvável que o vírus possa ser transmitido através da administração de leite materno retirado por uma mãe com COVID-19 confirmada/suspeita.

 

  1. Se uma mãe com confirmação/suspeita de COVID-19 estiver retirando seu leite para o bebê, são necessárias medidas extras ao manusear a bomba de leite materno, os recipientes de armazenamento de leite ou os utensílios de alimentação?

SIM. As bombas de leite materno, os recipientes de armazenamento de leite e os utensílios de alimentação precisam ser adequadamente limpos após cada uso em qualquer situação conforme os procedimentos abaixo:

  • Lave a bomba após cada uso com sabão líquido, por exemplo detergente líquido e água morna. Enxágue com água quente por 10 a 15 segundos.
  • Os recipientes para armazenamento do leite materno ou que serão utilizados para oferecer o leite materno para criança deverão ser lavados com água e sabão, e depois fervidos por 10 a 15 minutos, contando o tempo após o início da fervura. Saiba mais em: https://bit.ly/3gz3iGK

 

  1. Se uma mãe com confirmação/suspeita de COVID-19 não puder amamentar ou retirar seu leite, a amamentação cruzada pode ser recomendada?

NÃO. A amamentação cruzada, ou seja, quando uma mulher amamenta o filho de outra mulher, é contraindicada pelo Ministério da Saúde do Brasil. Essa prática pode trazer riscos para a saúde dacriança, pois algumas doenças podem ser transmitidas pelo leite materno, como HIV, HTLV e HTLV 2. É importante lembrar que na amamentação cruzada, mesmo que a doadora do leite materno seja uma pessoa da família ou próxima (vizinha, amiga etc.) e esteja com os seus exames de saúde normais, ela pode estar numa janela imunológica de alguma doença e a criança estará correndo risco de contraí-la. Outras substâncias como álcool e drogas também podem passar pelo leite materno. Mais informações em: https:// bit.ly/3klYTt5

 

  1. Se uma mãe com confirmação/suspeita de COVID-19 não puder amamentar por estar muito doente ou por outra doença, quando pode começar a amamentar novamente?

Uma mãe pode começar a amamentar quando se sentir bem o suficiente para fazê-lo. Não há intervalo de tempo fixo para aguardar após confirmação/suspeita de COVID-19. Não há evidências de que a amamentação mude o curso clínico da COVID-19 em uma mãe. Ela deve ser apoiada em sua saúde e nutrição geral para garantir a recuperação total. Se possível, para a manutenção da produção do leite materno enquanto a amamentação estiver impossibilitada, é importante que a mulher continue retirando o seu leite ao longo do dia/noite. Ela também deve ser apoiada para iniciar a amamentação ou relactar.

 

12- Os resultados do teste para COVID-19 fazem alguma diferença nas recomendações de alimentação de bebês e crianças pequenas? NÃO. O teste para COVID-19 não tem implicações imediatas nas decisões sobre alimentação de bebês e crianças pequenas. No entanto, a confirmação da COVID-19 significa que uma mãe deve implementar práticas de higiene recomendadas apropriadas para o período em que é provável que ela esteja em fase de transmissão, ou seja, enquanto sintomática e/ou até os 14 dias após o início dos sintomas, o que for maior.

 

  1. Para o lactente com suspeita/confirmação de COVID-19 é recomendado que continue sendo amamentado? SIM. Desde que a mãe se proteja com os cuidados de higiene como utilização de máscara ao amamentar, lavagem de mãos por 20 segundos antes e depois das mamadas. O leite materno tem inúmeros fatores imunológicos que protegem a criança contra infecções.

 

  1. É aconselhável que uma mãe com confirmação/suspeita de COVID-19 que está amamentando faça um “reforço” com fórmulas infantis ou outros tipos de leite? NÃO. Se uma mãe com confirmação/suspeita de COVID-19 está amamentando, não há necessidade de fornecer um complemento com fórmulas infantis ou outros tipos de leite. A adoção dessa medida reduzirá a quantidade de leite produzido pela mãe, comprometendo o seguimento da amamentação. As mães que amamentam devem ser aconselhadas e apoiadas para otimizar oposicionamento e a pega para garantir a produção adequada de leite materno. As mães devem ser aconselhadas sobre alimentação responsiva, como responder aos sinais de fome de seu bebê, sobre a percepção da suficiência do seu leite e aumentar a frequência das mamadas quando necessário. É importante que todo profissional de saúde conheça a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, bicos, chupetas e mamadeiras (NBCAL) e o Decreto no 9.579, de 22 de novembro de 2018.

 

15- Quais são as principais mensagens para uma mãe que quer amamentar, mas tem medo de passar a COVID-19 para o bebê?

Como parte do aconselhamento, a ansiedade de uma mãe ou família em relação à COVID-19 deve ser reconhecida e respondida com as seguintes mensagens:

  1. O coronavírus não foi detectado no leite materno de mães confirmadas ou suspeitas e até o momento não há evidências de que o vírus seja transmitido através da amamentação.
  2. Recém-nascidos e bebês têm baixo risco de infecção por COVID-19. Entre os poucos casos confirmados de infecção por COVID-19 em crianças pequenas, a maioria experimentou apenas sintomas leves ou era assintomática.
  3. A amamentação e o contato pele a pele reduzem significativamente o risco de morte em recém- nascidos e lactentes e proporcionam vantagens imediatas e ao longo da vida para a saúde e o desenvolvimento. A amamentação também reduz o risco de para a saúde e o desenvolvimento. A amamentação também reduz o risco de câncer de mama e de ovário na mãe.
  4. Os inúmeros benefícios da amamentação superam substancialmente os riscos potenciais de transmissão e doença associados ao coronavírus.

 

  1. A fórmula infantil ou leite em pó infantil é mais seguro para bebês em casos de mãe com confirmação/suspeita de COVID-19?

NÃO. Sempre há riscos associados ao fornecimento de fórmula ou leite em pó infantil para recém- nascidos e bebês em todos os ambientes e em qualquer circunstância. Os riscos associados à administração de fórmula ou leite em pó para bebês aumentam sempre que as condições da casa e da comunidade são comprometidas, por exemplo, acesso reduzido a serviços de saúde se um bebê ficar doente e acesso reduzido à água potável. Além disso, o acesso a suprimentos de fórmula ou leite em pó infantil são difíceis ou não garantidos, bem como não acessíveis e não sustentáveis. Os inúmeros benefícios da amamentação superam substancialmente os riscos potenciaisde transmissão e doença associados ao vírus Sars-CoV-2. É importante que todo profissional de saúde conheça a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, bicos, chupetas e mamadeiras (NBCAL) e o Decreto no 9.579, de 22 de novembro de 2018.

 

  1. Por quanto tempo as recomendações da OMS sobre amamentação e COVID-19 são relevantes?

As recomendações sobre cuidados e alimentação de bebês de mães com confirmação/suspeita de COVID-19 são relevantes para o momento em que ela provavelmente estiver na fase de transmissão da doença, ou seja, enquanto sintomática ou até os 14 dias após o início dos sintomas, o que for maior.

 

  1. Por que as recomendações para mães com confirmação/ suspeita de COVID-19 e seus bebês parecem diferentes das recomendações de distanciamento social para a população em geral?

As recomendações de distanciamento social visam reduzir o contato com pessoas assintomáticas portadoras da COVID-19 e a propagação extensiva do vírus. Essa estratégia visa a redução da prevalência geral de COVID-19 e o número de pessoas que experimentam formas mais graves da doença. O objetivo das recomendações sobre cuidados e alimentação de bebês e crianças pequenas cujas mães têm confirmação/suspeita de infecção por COVID-19 é melhorar a sobrevivência, a saúde e o desenvolvimento imediatos e ao longo da vida de seus recém-nascidos e das crianças. Essas recomendações consideram a relação entre os riscos potenciais de COVID-19 em bebês versus os riscos de doenças graves e morte quando os bebês não são amamentados ou quando recebem a fórmula infantil, leites em pó ou outros leites de forma inadequada. Essas recomendações levam também em conta os efeitos protetores da amamentação e do contato pele a pele. Em geral, as crianças têm baixo risco de infecção por COVID-19. Entre os poucos casos confirmados de infecção por COVID-19 em crianças, a maioria apresentou sintomas leves ou foi assintomática. Os inúmeros benefícios da amamentação superam substancialmente os riscos potenciais de transmissão da doença associados à COVID-19.

 

19-  É correto que as unidades de saúde aceitem suprimentos gratuitos de fórmula infantil ou leite em pó para bebês de mães suspeitas/confirmadas de COVID-19?

NÃO. O Decreto no 9.579, capítulo I, seção I, que dipõe sobre a comercialização de alimentos para lactentes e crianças de primeira infância, em seu Art. 10, proíbe doações ou vendas a preços reduzidos dos produtos abrangidos pelo disposto nesse capítulo às maternidades e às instituições que prestem assistência a crianças. As doações de fórmula infantil, leite em pó ou outros tipos de leite não devem ser solicitadas ou aceitas.

 

  1. Por que as recomendações do Ministério da Saúde sobre o contato mãe/ bebê e amamentação para mães com confirmação/suspeita de COVID-19 diferem daquelas de algumas organizações internacionais, nacionais e profissionais?

As recomendações do Ministério da Saúde sobre o contato mãe/ bebê e a amamentação baseiam-se em uma consideração completa, não apenas dos riscos de infecção da criança com COVID-19, mas também dos riscos de morbimortalidade grave associados à não amamentação ou ao uso inadequado da fórmula infantil, leites em pó e outros tipos de leite, bem como os efeitos protetores do contato pele a pele e da amamentação. As recomendações de outras organizações podem se concentrar apenas na prevenção da transmissão do COVID-19 sem a consideração completa do impacto da não amamentação, levando em consideração contextos comunitários e culturais distintos.

 

Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Perguntas Frequentes – Amamentação e COVID-19 (MS). Brasília. 2020.

Um beijo enorme pra vocês e muita saúde!

Cintia

bbcoruja

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Quais são os benefícios da amamentação para o bebê?

E os benefícios da amamentação para o bebê?

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A amamentação é uma das formas mais eficazes de garantir a saúde infantil e por isso, a OMS (Organização Mundial de Saúde) orienta que os bebês devem ser mamar no peito pelo menos até os 6 meses de vida, e neste período, exclusivamente. O leite materno é uma matriz composta por vários componentes, incluindo gordura, proteína, açúcares, vitaminas, minerais e água. “O que muitos não sabem é que o ácido glutâmico, responsável por conferir o gosto umami – um dos cinco gostos do paladar humano -, é a substância mais abundante presente no leite materno, com inúmeros benefícios para a saúde do bebê. Ou seja, o umami é um dos primeiros gostos que sentimos ao nascer”, explica Manuel Baldeon, médico e professor da Universidade de São Francisco de Quito (Equador) e consultor do Comitê Umami.

O leite materno é o alimento mais completo que um bebê pode receber desde o seu nascimento. Dessa forma, mesmo nos partos cirúrgicos (cesárea), ele deve sugar na primeira hora de vida para acelerar a descida do leite, receber as defesas da mãe e fortalecer o vínculo entre os dois.

Além de alimentar o seu bebê, o leite materno também protege o seu bebê de maneira integral. Isso porque ele está repleto de ingredientes vivos, como células-tronco, glóbulos brancos e bactérias benéficas, além de outros componentes bioativos, como anticorpos, enzimas e hormônios, que ajudam a combater infecções e evitar doenças, contribuindo para um desenvolvimento normal e saudável. Além de ser um alimento completo, dispensando água ou outras comidas até os seis primeiros meses de vida do bebê. A composição do leite pode variar de acordo com a dieta da mãe e o tempo de lactação. “A mãe deve se preparar para a amamentação. Os cuidados com a saúde durante a gravidez e período de amamentação garantem que o leite materno tenha a composição adequada para o desenvolvimento do bebê”, ressalta Baldeon. O leite é a principal fonte de vitaminas A, B12, D, E, K e C, importantes para a nutrição durante o início da primeira infância, atuando no processo de evolução sociocognitiva do recém-nascido.

Tanto que os bebês amamentados exclusivamente no peito nos primeiros seis meses de vida têm menor probabilidade de apresentar diarreia, enjoo, gastroenterite, resfriados e gripes, infecções de ouvido e tórax, e candidíase. E, comparados aos bebês alimentados com leite de fórmula, os que amamentam exclusivamente no peito têm metade das probabilidades de serem vítimas da síndrome de morte súbita infantil (SMSI ou morte no berço). Protege contra doenças, previne a formação incorreta dos dentes e problemas na fala, proporciona melhor desenvolvimento e crescimento

Quando o bebê amamentado fica doente, a amamentação trás ainda mais benefícios, isso porque os componentes protetores do leite materno tendem a aumentar, assim o bebê amamentado tem probabilidade de se recuperar mais depressa do que o bebê alimentado com leite de fórmula, porque o corpo da mãe produz anticorpos específicos contra qualquer infecção que ele desenvolva.

E não é só uma questão de nutrição e imunidade. Amamentar o bebê doente ou inquieto também transmite conforto e tranquilidade, o que não deve ser subestimado por ser um benefício importante. Na verdade, estudos têm mostrado que a amamentação reduz o choro e alivia os bebês que estão sendo vacinados.

Com relação ao sono do bebê: você pode ter ouvido dizer que os bebês alimentados com leite de fórmula dormem mais tempo, mas isso parece ser um mito. Pesquisas mostram que os bebês amamentados e alimentados com leite de fórmula têm a mesma probabilidade de acordar para mamar durante a noite. A diferença é que os bebês amamentados no peito voltam a dormir mais depressa, isso porque a ocitocina produzida no corpo do bebê que mama no peito faz com que ele fique sonolento depois. Além disso, outros hormônios e nucleotídeos do seu leite ajudam o bebê a desenvolver um ritmo circadiano saudável (padrão de dormir e acordar).

Voce sabia? Os primeiros seis meses do bebê são uma época agitada para o cérebro em rápido desenvolvimento – sua massa quase duplica durante esse período crucial. Um estudo nos EUA mostrou que crianças pequenas e pré-escolares, amamentadas exclusivamente no peito durante pelo menos três meses, apresentaram 20 a 30% mais substância branca – que liga diferentes áreas do cérebro e transmite sinais entre elas – do que as que não tinham recebido leite materno.

A importância da amamentação para o desenvolvimento do cérebro do bebê é evidente em pesquisas realizadas em todo o mundo. De acordo com um estudo no Reino Unido, jovens de 16 anos que foram amamentados durante seis meses ou mais, quando bebês, tinham maior probabilidade de tirar notas altas nos exames escolares. E pesquisadores brasileiros descobriram que pessoas amamentadas por pelo menos um ano tinham tendência a ganhar mais dinheiro aos 30 anos.

Mesmo quando os resultados são ajustados para levar em consideração fatores como rendimento familiar e educação da mãe, aparentemente as crianças amamentadas exclusivamente no peito têm maior probabilidade de ter QI mais elevado do que as alimentadas com leite de fórmula. “Algumas ideias podem explicar isso”, afirma o Professor Hartmann. “Uma delas tem relação com os ácidos graxos de cadeia longa presentes no leite materno, como o DHA, que exerce efeito positivo no cérebro e no seu desenvolvimento”

Além disso, pesquisas mais recentes sugerem que a amamentação também oferece benefícios comportamentais. Um estudo com 10000 crianças demonstrou que as que tinham sido amamentadas por mais de quatro meses tinham 30% menos probabilidades de manifestar comportamento problemático aos cinco anos de idade.

A amamentação não é benéfica apenas nos primeiros seis meses de vida do bebê. Quanto mais tempo ele receber leite materno, mais vantagens terá – especialmente para a saúde.

A cada mamada, aumenta o nível de ocitocina – o “hormônio do amor” – no corpo de ambos, estimulando a criação de vínculo. Isso pode formar uma base sólida para futuros relacionamentos e até ajudar seu bebê a lidar com o estresse no futuro.  Pesquisas também mostram que crianças amamentadas quando bebês apresentam menor probabilidade de desenvolver alguns tipos de câncer, como leucemia e linfoma, e tendência a ter melhor visão e dentes mais alinhados do que as que receberam leite de fórmula. A amamentação também ajuda a diminuir o risco de seu bebê ficar obeso ou desenvolver diabetes tipo 1 ou 2 quando adulto.

Por isso, se você quer saber quando terminam os benefícios da amamentação, a resposta é que eles duram a vida toda. E, quanto mais tempo você amamentar, mais benefícios terá para sua saúde também!

 

 

 

 

Fonte: Internet

 

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Benefícios da amamentação para a mãe

EBC | Nutricionista tira dúvidas quando à amamentação prolongada Foto da internet

Vamos falar dos benefícios da amamentação para as mamães?!

“Amamentação fornece uma experiência emocional única para a mãe e o bebê. Amamentar é o único comportamento parental que só a mãe pode fazer por seu bebê, criando uma poderosa conexão física e emocional.” Dr. Jose Luiz Setubal

A amamentação eficaz libera pelo menos 2 hormônios importantes no corpo da mamãe:

Prolactina: faz a produção do leite e produz  uma sensação pacífica e nutritiva que lhe permite relaxar e concentrar-se no seu filho.

Ocitocina: libera o leite e faz oção de leite e útero contrair, além de promover um forte sentimento de amor e apego mãe e filho.

Vamos então aos benefícios?

1- No momento em que você tem contato pele a pele com seu recem nascido, aumenta o fluxo de ocitocina no seu corpo. Chamado de hormônio do amor, é também liberado cada vez que o bebê suga seu mamilo durante a mamada. Fazer o bebê pegar a mama logo e com frequência ajuda seu útero a se contrair, estimulando a terceira parte do parto, que é expulsão da placenta. Dessa forma, isso pode protegê-la da perda excessiva de sangue.

  Quando a mãe amamenta, seu útero se retrai mais rápido do que o da mãe que não amamenta. Antigamente, quando a mãe tinha hemorragia, o médico colocava o bebê na mama o mais rápido possível para estimular essa contração. Desse modo, é menos provável que você tenha anemia por deficiência de ferro.

2- A ocitocina tem também efeito antidepressivo. Um estudo mostrou que as mães com níveis mais altos do hormônio tiveram menos sintomas de ansiedade e depressão. Durante o período de amamentação a ocitocina vai ajudá-la a se acalmar, reduzir o estresse e a pressão arterial e até aumentar o limiar da dor.

3- A amamentação diminui  o risco de doenças cardíacas e diabetes tipo 2 para toda a vida. lém de diminuir o risco de desenvolver alguns tipos de câncer, como o de mama, ovário e útero.

4- Embora seja cansativo nas primeiras semanas, assim que você e o bebê estiverem treinados na amamentação, a praticidade será um enorme benefício, você pode amamentar a qualquer hora, sem complicação. Não é preciso ferver, mexer, esfriar nem esterilizar, não precisa levar toda a parafernália relacionada ao leite de fórmula quando sai de casa.

5- A ocitocina e outros hormônios liberados durante a amamentação ajudam mãe e filho a adormecer.

6- A amamentação ajuda a criar vínculo: o pico de ocitocina que ocorre durante cada mamada ajuda a fortalecer seu vínculo com o bebê. Há contato visual por mais tempo, carinho e por isso é o hormônio do amor.

7- Perder peso é outro benefício da amamentação! sabe quantas calorias são queimadas  amamentando? até 500 por dia! o mesmo que uma hora de bike! Queimar essas calorias extras com a amamentação pode ajudar você a se livrar do peso que ganhou durante a gravidez.

8- Quantos aos gastos, você economiza muito por não precisar comprar leite de fórmula, nem perde tempo indo comprar. Além disso, os bebês amamentados tendem a adoecer com menos frequência. E ainda é possível aproveitar os benefícios da amamentação na sua velhice: melhora a mineralização óssea, por isso se você amamentar, estará menos sujeita à ter osteoporose e fraturas em idade mais avançada.

9- Amamentar também é bom para o meio ambiente, já que não há mamadeiras para lavar, aquecer ou fórmulas para jogar fora.

Muito legal, não é?!

E os benefícios para o bebê são ainda maiores, acho que incalculáveis!

Mesmo assim, vamos falar sobre eles no próximo post!

Até lá!

beijo com amor,

Cintia/bbcoruja

 

 

 

 

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Coleção Baba, baby do bbcoruja

Vamos falar sobre os babadores modelo bandana mais lindos do Brasil! E algumas informações sobre este item indispensável no enxoval do seu bebê!

Por que bebês babam demais? Veja explicação - VIX

Foto da internet

 

Quando o bebê começa a usar babador? e qual modelo devo escolher?

Se você está grávida, montando o enxoval do seu bebê, e até agora não pensou em comprar babadores para o seu pequeno, agora vamos te contar porque é importante contar com este item pro dia a dia do bebê.

Se o bebê só começa a introdução alimentar após os 6 meses de vida, parece mesmo estranho ou desnecessário ter babadores antes deste período. No entanto, você vai perceber logo que os bebês babam muito, baby! e constantemente!

O que acontece com bebês para, a partir de 2 meses, começarem a babar tanto é o processo de amadurecimento glandular. Esse processo faz com que seja produzida muita saliva e, como os pequenos ainda não tem coordenação para deglutir toda essa saliva, o resultado é a baba em exagero.

Esse quadro começa a melhorar a partir do quinto mês, quando o bebê começa a ter mais traquejo para lidar com a salivação. E existe, sim, a possibilidade de começarem a nascer dentinhos nesse período. Contudo, o mais comum é que os dentes comecem a nascer a partir do sexto mês.

Daí a necessidade de usar o babador! Mesmo antes do nascimento dos dentinhos, quando a salivação se intensifica, alguns bebês podem salivar demais, o que resulta em roupinhas molhadas e desconforto para o pequeno. E aí precisamos do babador!

O novo melhor amigo das mamães que querem evitar as diversas trocas de roupa durante o dia e que adoram manter o mini look do bebê sempre lindo!

Algumas mamães relatam que o babador é super útil na hora da amamentação. O bebê pode mamar com muita intensidade, e tentar sugar mais leite do que cabe na boquinha e, consequentemente, acaba se sujando. Com o uso do babador, você evita mais uma troca de roupa, além da troca de fralda depois de amamentar. O mais legal de investir em babadores de qualidade é que eles vão durar por mais tempo, até seu bebê chegar na fase da introdução alimentar e depois, maiorzinhos mesmo, pois com a dentição surgindo, eles costumam babar muito também, coçando a gengiva.

Na hora de escolher as estampas, você vai pirar nas opções fofas que nós preparamos todos os dias, com todo carinho, pensando em você e no seu maior amor!

Mas e os outros modelos de babadores?

Os babadores impermeáveis ou plásticos são indicados para a fase de introdução alimentar, e vamos fazer outro post específico pra eles!

Já os atoalhados fazem sucesso entre as mamães, já que funcionam melhor para absorver líquidos. Na bbcoruja você encontra os babadores mais fofos do Brasil, todos em tecido 100% algodão, que garantem o conforto e evitam alergias, e com forro atoalhado de ótima absorção da babinha.

Tendência entre as mamães modernas e super estilosos, o babador bandana do bbcorija é tão lindinho que acaba parecendo um acessório da roupinha! Funcional e bonito, ele é perfeito para as mamães que não abrem mão de preparar um look pra lá de fofinho. Ele possui botões de pressão pra fechar de forma fácil e de qualidade! e sem briga pra colocar e tirar!

Então vamos resumir, porque usar desde o nascimento?

O babador bandana é um item muito necessário desde esta fase, primeiro, porque o bebê começa a descobrir como controlar seus próprios reflexos, e babar é um deles.  Muito frequentemente, os bebês regurgitam após a mamada, e sujam a roupinha quando estâo sem o babador. Depois, quando os dentes estão começando a aparecer, a saliva pode molhar o pescoço e a roupinha a todo momento. O ideal é ter um babador feito de algodão, porque além do conforto, sempre que estiver molhado você deve trocar para evitar que o peitinho do bebê fique em contato com a umidade por muito tempo. Outro benefício do tecido de algodão é o fato de ser bem mais fácil de lavar e secar! pode ser lavado a máquina ou a mão, e seca rapidinho ao sol!

Então, porque usar?

– ajuda a deixar a roupa do bebê sempre limpa, o que diminui o número de trocas durante o dia e não estraga as roupas, geralmente delicadas.

– lembre que o ato de trocar um body por exemplo é muito mais trabalhoso do que trocar um babador. E o bandana faz as vezes de babador e também deixa o look charmosos, complementando até aquele body basiquinho!

Bom, acho que te convenci!  É a pura verdade e eu fico realmente muito feliz em ver os bebês mais lindos do Brasil usando e desfrutando dos babadores que mais amamos!

Então, agora aproveita e confere as opções disponíveis lá no site: Tem uma categoria lá só pra eles! o site é http://www.lojabbcoruja.com.br

beijão, Cintia

bbcoruja